Posts com a Tag ‘Pubblicità Comunicação e Design’

Site da Unicirco

segunda-feira, 1 de março de 2010

unicirco_site

Está no ar, desde Janeiro, o novo site da Unicirco, lúdico, cheio de desenhos e cor como deve ser o universo do circo.

Um super trabalho para premiar este incrível projeto do ator Marcos Frota e sua trupe.

Não deixe de visitar cada sessão e surpreenda-se a cada clique!

Divirtam-se: www.unicirco.com.br

Boas Festas 2009

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Sorvetão for Kids - marca

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Em breve que vem será inaugurada a primeira loja de roupa infantil da marca Sorvetão for Kids (by Andréia Sorvetão).

Nada mais natural, certo? Já que Andréia lida com o público infantil desde seus tempos como paquita do Xou da Xuxa.

E para esta nova empreitada, nossa eterna Xiquitita quis que a marca de suas roupas tivesse bem ligada com sua marca pessoal, por isso decidimos manter a mesma linguagem usada.

Abaixo vocês podem ver o resultado.

Em breve estará no nosso portifólio todo o material promocional desenvolvido para a loja, como TAGs, embalagens para presente, sacolas, etc.

sorvetao_kids_blog

Hipoteticamente falando… 2*

sábado, 7 de novembro de 2009

img_coluna_gui_nov09

Voltando a me apropriar do título de um quadro do programa “Irritando Fernanda Young”  para falar um pouco mais sobre a experiência de ser designer, retomo o tema de onde parei no texto anterior: tentando desmitificar um pouco essa maravilhosa profissão, tantas vezes mal compreendida, através de hipóteses resultantes de muita observação, vivência, horas de bate-papo com amigos da área e uma pitada de bom humor. Vamos lá:

Hipótese #4: Designer não paga conta no final do mês.

Acredito que na cabeça de algumas pessoas designer é um sujeito “diferente”, que entre camisetas descoladas, tênis All-Star, miniaturas de Star Wars, Ipods, Iphones e tudo mais que tiver a chancela da Apple, vivem a cantarolar os últimos lançamentos das bandas mais “cults” do planeta (aquelas que você nunca ouviu falar) em um mundo multi-colorido plugado 24h na internet.
Ok! Tem muito designer por aí que lembra bastante esse perfil. O que essas pessoas esquecem é que junto com tudo isso, esse carinha de camiseta estampada e cabelo engraçado, tem uma porção de contas para pagar.

Mas se o designer, como todo mundo, precisa pagar as contas no fim do mês, por que diabos ele poderia trabalhar de graça para você?

Pois esse pensamento nós vemos muito por aí…

A obsessão por bons resultados que norteia o mundo dos negócios atualmente, alimenta uma prática desonesta, aética e predatória que pode acabar, em médio prazo, destruindo muitas empresas desse mercado.

Muitos “clientes”, precisando contratar um designer, convocam 4, 5 profissionais diferentes para apresentar soluções para determinado problema oferecendo remuneração somente à solução escolhida.

Aí me pergunto: Os outros 4 designers não trabalharam? Não dedicaram seu tempo, seu conhecimento, sua expertise no desenvolvimento de soluções muitas vezes tão boas quanto a selecionada? Não merecem ser remunerados pelo serviço prestado, mesmo este não sendo de fato utilizado? Afinal, a escolha por utilizar ou não o projeto é do cliente, e não do designer, correto?

Um ponto importante é ressaltar que nós designers não somos agência de propaganda. Estas, trabalham com uma remuneração básica de 20% sobre qualquer veiculação de trabalho desenvolvido e esta remuneração, por si só, já lhes garante boa rentabilidade durante um longo período.

Nosso “ganha-pão” vem da criação. Os das agências, da veiculação. Desenvolvemos projetos isolados, únicos, personalizados, que uma vez finalizados, não geram mais receitas posteriormente. É o valor que está lá no contrato e só! Se um cliente não paga por ele, não há como vendê-lo para outro.

Uma outra situação que acontece muito é o cliente chegar até a gente e perguntar: “Não dá para você fazer alguma coisa para a gente ver como vai ficar? Se a gente gostar, tá fechado!”

Devemos sempre resistir a essas “propostas indecentes” e, nesses casos, propor uma remuneração mínima para todo e qualquer trabalho. Não podemos criar nada de graça, sem garantias de que nosso suor será recompensado.

Nossos clientes são o elemento central de nosso negócio. Sem eles, não há razão para existirmos. Mas um negócio deve ser bom para os dois lados.

Principalmente em projetos de design, a relação cliente-profissional deve ser consistente, honesta, confiável. Deve ser baseada em informação, conhecimento e respeito entre as partes. Nosso cliente deve compreender perfeitamente a natureza dos nossos serviços e a forma correta de nos posicionarmos no mercado.

Se, em alguns casos, ele não concordar com isso, não estará preparado para vivenciar todo o processo envolvido em um  projeto de design de verdade. O que ele precisa é de um “filho-do-primo-do-sobrinho-da-minha-amiga” que seja “fera” no computador para reproduzir na tela as suas vontades.

Nós, mais do que ninguém, devemos valorizar o nosso trabalho, apresentando os benefícios que este irá trazer para o seu negócio.

Quando recebo estas “propostas-indecentes” logo uma idéia me vem a mente: “Fecha logo, não se preocupe. Designer não paga conta no final do mês!”

Ahhhh… Como seria bom se fosse verdade!

Até a próxima!
Guilherme Andrade

* Livremente inspirada no texto “Um basta à especulação!”, de Gilberto Strunk.

Angel’s na Lagoa

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Nesse sábado, um de nossos clientes, a Angel`s Serviços estará participando da II Ação Nacional Febrac – Limpeza de Áreas Verdes na Lagoa Rodrigo de Freitas, para comemorar o Dia Nacional da Cidadania e garantir que o Rio de Janeiro continue lindo!
Para quem quiser participar da ação:
Será neste sábado, 7/11 - das 8h às 17h
Local de encontro: Parque dos Patins

Para divulgar o evento elaboramos um banner para home do site da Angel’s e uma página temporária com essas informações. Quem quiser conferir, corre! Pois só fica no ar até este final de semana!
www.angelsservicos.com.br

bannerangels

home com banner

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layout_evento_angels

página temporária para divulgação do evento

Site Angel’s

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Hoje entrou no ar o novo site da Angel`s, uma prestadora de serviços terceirizados.

Foi um grande parceiro durante este ano, fizemos o re-design da identidade visual, participamos da produção fotográfica, além de desenvolvermos outras peças para a empresa como banners, folders, letreiro, frota, entre outros.

O endereço do site é www.angelsservicos.com.br

angels_site

Site Andréia Sorvetão

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Hoje entrou no ar o site da artista Andréia Sorvetão.

Todo dedicado ao público infantil, a equipe Pubblicità procurou criar um site colorido como esse universo.

Vale a visita!

www.andreiasorvetao.com.br

sorvetao_site2

Pubblicità no Peixe Grande 2009

terça-feira, 13 de outubro de 2009

O site desenvolvido pela Pubblicità Comunicação & Design, www.osalto.com.br está competindo na categoria “Melhores Sites 2009” Categoria Júri Técnico e Júri Popular do selo Peixe Grande ( www.peixegrande.com.br).

Por isso, não deixe de votar,  basta acessar este link!

Visite também os links dentro desse site, Myspace, You Tube, etc.

Lembre-se que você deverá confirmar o voto clicando no link que será enviado para o seu e-mail.

Todos da equipe Pubblicità agradecem!

AIB News

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Esse mês desenvolvemos para AIB - Associação de Impresa da Barra uma marca para um novo produto: a AIB News.

Agora seus comunicados já passam a estampar essa nova identidade visual.

Quem sabe se novos produtos da AIB News surgem por aí?

Vamos aguardar.

aibnews

Hipoteticamente falando…

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

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Peço licença à apresentadora Fernanda Young para utilizar o bordão de um quadro de seu programa como título dessa coluna, mas como dizem, ele “caiu como uma luva”.

Vivo me perguntando porque nós, designers, constantemente nos vimos em situações no mínimo “inusitadas”. A partir de minhas experiências ao longo desses poucos 7 anos de profissão, formulei algumas hipóteses curiosas de como as pessoas (é claro que nem todas elas) enxergam a nossa profissão. Vamos a elas:

Hipótese #1: Dominando o Coreldraw, qualquer um vira designer.
Porque as pessoas imaginam que basta a elas saber utilizar um programa de computação gráfica para desenvolver projetos gráficos de verdade?

Seria o mesmo que pensar que sabendo usar uma calculadora e um par de esquadros você poderia se considerar um engenheiro civil ou arquiteto e sair por aí construindo prédios, escolas e até cidades inteiras. Ou então que, com um pincel, tinta e uma tela na mão, poderia pintar um Van Gogh.

Um designer é muito mais que um operador de computador. Ele detém o conhecimento teórico e prático de toda uma metodologia de projeto, etapas, técnicas e modelos já testados e legitimados pela história da profissão. Como diz muito bem o grande designer Gilberto Strunk em seu livro Viver de Design: “É impossível substituir anos de estudo, experiência e uma alfabetização visual desenvolvida pelo simples domínio de softwares.”.

Hipótese #2: Esse cara é um artista!
É muito comum as pessoas confundirem design e arte. Por haver tanta gente atuando na área sem formação específica (olha o manipulador de Coreldraw aí!), nem sempre os métodos mais adequados a um determinado projeto são aplicados, fazendo do processo de desenvolvimento algo muito intuitivo, pessoal, por vezes até misterioso e mágico.

Designer não é artista. Muito menos mágico. Seu trabalho é desenvolver soluções para as necessidades das pessoas. Esse trabalho está diretamente ligado à informação. Nossa missão é desenvolver conceitos que formalizados, façam esta informação circular com a maior eficácia possível. Nossas soluções devem ser conceituadas e acompanhadas de um pensamento racional, que as situem dentro de um contexto apresentado.

Design não é bonito ou feio. Design é correto, pertinente, eficaz.

Hipótese #3: Toda opinião é importante para o bem do projeto.
Essa costuma ser uma das situações que mais acontecem na vida de um designer. Todo mundo acha que pode opinar a respeito de tudo relacionado a um projeto de design.

“Não poderia ser redondo, em vez de quadrado?”, “Prefiro isso verde em vez de vermelho, pode ser?” , ou ainda “Achei essa fonte muito quadrada, não poderia ter umas curvinhas nela não?”.

Esse tipo de colocação não faz o menor sentido, se partindo de alguém sem formação na área e algum fundamento pertinente. Afinal de contas, ninguém vai ao médico e, ao receber seu diagnóstico e tratamento, emenda: “- Doutor, não seria melhor eu tomar um anti-inflamatório em vez de antibiótico?” ou “Posso tomar aquelas pílulas verdes em vez das vermelhas? É que adoro verde!” Ninguém chega para o engenheiro e diz: “- Não seria melhor colocar este pilar mais para o canto da sala. Estou achando que essa pilastra está poluindo a minha cozinha.”.

Se, nesses casos, este tipo de colocação não passa pela cabeça de ninguém, porque em assuntos relacionados ao design isso é uma constante?

Quem deve ser consultado sobre design é o designer, profissional da área, e não outro profissional, como acontece com freqüência. Não passa pela cabeça de ninguém entrevistar um arquiteto para falar sobre os avanços da pesquisa sobre o câncer, mas é comum qualquer um sentir-se à vontade para opinar e até alterar completamente um projeto gráfico, sem a menor inibição. E porquê?

Enfim, tenho formuladas ainda muitas outras hipóteses sobre o assunto. Desejo, com o tempo, ir apresentando-as aqui. Meu objetivo com isso é desmitificar um pouco essa maravilhosa profissão, tantas vezes mal compreendida, sub-julgada e desvalorizada. Afinal de contas, conhecer é o primeiro passo para entender e utilizar.

Até a próxima!

Guilherme Andrade